sábado, 19 de julho de 2008
Balada do Não


Não bebo, não fumo, falo discretamente e estou longe de ser uma louca por balada. Mas coincidentemente recebi vários convites de amigos nas últimas semanas para ir a festas, shows, restaurantes, bares e constatei um fato no mínimo curioso quando o assunto é noite paulistana, sempre fervilhante: meia-noite de uma sexta-feira e os bares da Vila Madalena, famosa por sua intensa vida noturna, exibiam uma tranquilidade incomum para o horário.
Como ninguém mais pode fumar, beber, fazer um barulhinho bom e, assim como ironizou um amigo, transar sem camisinha, pergunto aos boêmios de plantão: dá para se divertir assim mesmo? Para os amantes do choppinho e da caipirinha, o problema não é a lei seca em si, sem dúvida necessária numa cidade com índices alarmantes de acidentes de trânsito, mas a maneira como ela é aplicada, sempre na base do crime, castigo, purgatório e inferno.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
A Hard Day's Night
Não vou explicar o porquê, mas vou dizer: esse mundo é mesmo cheio de coincidências. Quinta-feira à noite e o quarteto fantástico toca para o que ficou convencionado entre nós de "a balada de um amigo da Cris". Eu, falando doidamente, descobri no caminho para aonde iríamos. Para um show da Companhia Filarmônica Paulista que, no meu entender, vem a ser uma banda cover dos Beatles. Dentre outras coisas, dá-lhe submarino amarelo de espuma, bonecos de posto dos caras e uma platéia com média de 50 anos dançando alucinadamente. Em resumo, me diverti pra caramba. Amigo da Cris: super obrigada! quarta-feira, 16 de julho de 2008
Nós...
Nesse estranho espelho que estamos refletidas
Fragmentos do que realmente somos
Água, Ar, Fogo e Terra reunidas
Para recriar tudo aquilo que fomos.
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